Perfil
Erguida sobre a porta principal da cidade intramuros, a Torre de Almedina terá sido construída no século XI, após a reconquista definitiva de Coimbra pelas forças de Fernando Magno. O prolongado cerco que antecedeu a conquista fragilizou o sistema defensivo da cidade. Como resposta, Dom Sesnando, então governador do território, promoveu a reforma do castelo, das muralhas e das torres, reforçando a linha de defesa do Mondego, na qual Coimbra assumia um papel central.
Ao longo dos séculos, a torre sofreu várias intervenções, nomeadamente no século XIV, durante o reinado de Dom Fernando, e nos séculos XV e XVI, já sob Dom Manuel I, quando passou a acolher a sede da Câmara Municipal.
Desde então, manteve-se sempre ligado ao Município de Coimbra. Em 2003, a torre foi adaptada para acolher o Núcleo da Cidade Muralhada do Museu Municipal de Coimbra.
Hoje, o exterior da Torre de Almedina é um dos locais mais fotografados por quem visita Coimbra. O seu interior, por sua vez, revela a história não apenas da própria torre, mas também da cidade. A sua localização estratégica, associada à topografia acidentada e ao papel de fronteira, fez da cidade o ponto de partida escolhido por Dom Afonso Henriques para a conquista do Sul e a fundação do reino que viria a ser Portugal.
Torre de Anto
A poucos minutos da Torre da Almedina, surge a Torre de Anto, antiga torre de vigia da muralha, que integra o Museu Municipal de Coimbra. Acolhe o Núcleo da Guitarra e do Fado de Coimbra, que apresenta peças emblemáticas, como duas guitarras de Carlos Paredes, uma guitarra de António Portugal, a letra original de uma canção de Zeca Afonso e o manuscrito de A Trova do Vento que Passa, de Manuel Alegre.
Mapa
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